No âmbito das obras na ER 206 - Paragens de autocarros na Padrela geram críticas
As paragens de autocarro estão a ser contestadas por alguns moradores
A localização das paragens de autocarros que foram feitas na aldeia da Padrela, em Valpaços, no âmbito das obras em curso na Estrada Regional 206 (que liga Valpaços a Vila Pouca de Aguiar), estão a ser alvo de crítica por parte de alguns moradores. Das três existentes, o morador Manuel do Fundo, por exemplo, diz que nenhuma serve bem a população. “Uma foi feita quase no termo de Rio Bom e outra serve as aldeias de Tázem e Valizelos”, critica, acrescentando que, na que foi feita para servir a população da Padrela, o “condutor só pára se tiver boa-vontade” por não ter sítio próprio para o fazer. A localização da gare em causa, segundo confirmou ao Semanário TRANSMONTANO a empresa Estradas de Portugal, responsável pela obra, foi alterada a pedido da Junta. O autarca Flávio Batista confirma e justifica que alteração foi solicitada para permitir que os autocarros (excepto expressos) fossem ao meio da aldeia. “Se tivéssemos deixado que fosse construída abaixo do cruzamento, o autocarro não ia passar pelo meio da aldeia, pois teria que fazer marcha-atrás”, explica, garantindo que a solução favorece os estudantes e os mais idosos. Em contrapartida, Manuel do Fundo diz que prejudica quem apanha a rede de expressos.
A apresentação da Academia decorreu em Santiago de Compostela, Espanha
O movimento da Galiza que há anos defende que o galego deriva do português e não do castelhano deu, no início desta semana, um passo importante: inaugurou o organismo que irá liderar a defesa do reconhecimento do galego como parte do universo dos países que falam português, a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP). O acto decorreu em Santiago de Compostela e contou com o apoio de académicos portugueses e brasileiros. O Governo da Galiza também se fez representar e mostrou abertura e interesse em apoiar a causa.
Sexta, 10 Outubro 2008 10:41
Por: Margarida Luzio in Semanário Transmontano
Aerovip liga Bragança, Vila Real e Lisboa
A Aeronorte desistiu
A Aerovip deve ser a próxima empresa responsável pela ligação aérea entre Bragança, Vila Real e Lisboa. Foi a única aceite a concurso, depois da abertura das propostas, feita esta terça-feira, no INAC, o Instituto Nacional de Aviação Civil.
Já não é de agora o problema das universidades privadas. Quando não são elas, devido a problemas de digladiação interna, a fechar as portas, são outros problemas. Não consigo entender estes problemas, uma vez que as universidades particulares estrangeiras gozam de grande prestígio. Tudo depende, e isso está claro, das pessoas que estão à frente delas. Será que só em Portugal é que as universidades privadas não têm futuro?